Um nova versão do lendário Rei Arthur.

E como eu amo novas versões! Elas criam novas facetas de lendas adoradas por muitos. A visão de Guy Ritchie para Rei Arthur é única. Com forte semelhança ao seu outro sucesso de releitura, Sherlock Holmes, o filme entrega um Arthur diferenciado e sarcástico.

A Trama

Após perder os pais, Arthur é criado em um bordel em Londres (Ou Londínio) sem saber da sua real identidade. Quando é levado a ser mais um dos vários homens que tentam retirar a excalibur, Arthur encontra seu destino e junto com ele um poderoso inimigo, o Rei Vortigern.

O Roteiro

O roteiro apresenta um ritmo rápido, tão característico dos filmes de Guy Ritchie. Piadas, cenas de ação e apresentação da trama tudo é realizado com agilidade. De tal modo, que se você piscar, pode perder algo. Talvez por isto o roteiro utilize a reapresentação de cenas e de diálogos tentando evitar que alguém fique sem entender a mitologia própria da versão.

É um filme que dá uma ritmo contagiante e você fica preso ao mundo de Arthur. Porém, não é um roteiro que desenvolve seus personagens secundários. O foco é apenas na jornada do herói e o máximo que faz por seus coadjuvantes é utilizá-los como peças para a transformação de homem para rei. No final, fica aquela sensação de que faltou algo. Ou alguém que fosse tão interessante quanto Arthur.

Parte Técnica

Esta é a melhor parte do filme! Sério, acho que nunca fiquei tão encantada com a parte técnica de um filme. Fotografia maravilhosa, trilha sonora espetacular e efeitos especiais de tirar o fôlego! Fiquei desejando ter ido em uma sessão 3D durante o filme, pois as cenas de Arthur com a excalibur são lindas. A identidade de Guy Ritchie está em todo filme!

Por fim, o filme é pura diversão. Vale a pena se você gostar do estilo Guy Ritchie e de novas adaptações, pois este Rei Arthur é diferente de tudo o que já foi criado. Já viu o filme? Deixe seu comentário sobre sua impressão sobre a nova versão do lendário herói britânico.