Review: Rogue One – Uma história Star Wars (2016)

Imagem relacionadaRogue One é a história não contada entre o que aconteceu entre o episódio III e o IV, apresentando personagens desconhecidos do público, mas que representam bem a guerra entre a Aliança Rebelde e o Império.

Antes de tudo, devo dizer que minhas expectativas pra esse filme estavam muito baixas. Já sabia o final da história e não conseguia imaginar como o filme poderia se destacar entre os da trilogia com um final esperadamente triste.

Mas talvez este seja o diferencial de Star Wars – Você tem filmes em que o lado do bem nem sempre ganha, como é o caso do episódio V, e ainda assim você constrói uma jornada que é maravilhosa ser acompanhada.

Este é o caso de Rogue One, que serve para os fãs vivenciarem melhor o que foi a guerra contra o Império e todos os desafios de vencer um inimigo quase imortal, como é o caso de Darth Vader.

A história de Rogue One acompanha Jyn Erso, a filha de Galen Erso, o cientista que criou a estrela da morte – A arma letal do Império contra seus inimigos. Galen perdeu a família e resolveu se vingar do Império construindo a arma que eles queriam, mas colocando um ponto fraco, dando assim a oportunidade da Aliança destruí-la.

A partir dessa mensagem de Galen, a Aliança procura a ajuda de Jyn e assim inicia a busca pelo pai e também por respostas para destruir a Estrela da Morte, capaz de dizimar planetas em pouco tempo.

Mesmo não sendo a fã da saga, só vi a primeira trilogia o novo filme (VII), consegui identificar em vários momentos como o roteiro fez questão de colocar várias conexões com toda a mitologia e os filmes anteriores. Afinal, o tom sombrio de Rogue One é bem diferenciado da saga e traz questionamentos mais profundos também, como se na guerra vale tudo, o velho dilema do fim justificar os meios.

É fácil criar uma conexão com os novos personagens, tornando a despedida delas mais difícil que poderíamos pensar. O roteiro consegue dar espaço para todos os principais, transformando pequenas frases em um novo mantra para o fandom de Star Wars.

A participação especial de personagens conhecidos e amados também ajuda a criar uma empatia direta com o filme, pois as ações deste filme que ocasionaram tudo o que se viu na primeira trilogia. Na verdade, você sai da sala de cinema querendo rever os episódios iniciais, IV, V e VI.

A trilha sonora é linda, provocando todas os sentimentos necessários para a cena. Além disso, os efeitos especiais e toda a cena de batalhas são muito bem realizadas, especialmente a final, que te faz ficar sem fôlego, esperando que o final seja diferente do que pensamos.

Infelizmente, não é, mas ainda assim vale muito a pena você ter mais essa experiência em Star Wars. Ainda que você não entenda todas as referências, é o tipo de filme que diverte, emociona e passa uma mensagem de reflexão sobre nossos atos, nosso caráter e legado que deixamos.

 

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2 Comentários

  1. Felipe Rabelo

    Show de bola, prezada Nicole. Você conhece a fundo a saga por completo? Temos um Review seu sobre o “Despertar a Força” por aqui?

    • chavesnicole

      Obrigada, Felipe o/

      Não sou tão fã assim de Star Wars, mas gosto sim da saga, pois sou uma grande apreciadora de boas histórias =)))

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